quarta-feira, 9 de setembro de 2009

E Jupita que é poeta...
Bem pequeno já sabe das coisas (e quem disse mesmo que criança não sabe de nada?)
Ele sabe e tem poesia na veia...
O pai é poeta de música, num fala, compõe
O irmão não namora, se agarra com uma viola
E a mãe, chama-se Rosa
E porque só ele que ia enxergar o mundo quadrado?

Porque Jupita não coloca roupa nas palavras
Porque ele mantém a criança latente, ainda que não saiba o que é ser adulto,

mas é um ótimo protótipo do ideal...

Porque para Jupita, não há crimes perfeitos (a não ser que as armas sejam de gelo)
Perfeito mesmo é o dia de hoje que contém 24 vezes 60 minutos abarrotados de segundos, contidos neles toda a essência da felicidade em pequenas partes de um todo.
ele já descobriu que é lá que está a felicidade de ser ele mesmo,

em cada pedacinho contido antes dele virar o tempo,
que não vira nunca quando se sabe que ele é a favor
e não contra a vivência de cada um...
e verdade seja dita: Poeta mesmo é JuPiTA.

Que contem a essência de criança, ainda sendo uma.


[Por mim, mas lembrando das conversas presepeiras de Jupita, filho de um amigo: Maumau. Ô mininu danado!!!]

DiAmante


Ah! Cara DiAmante
Minha cara, muito cara
Não é só jóia rara
É bem rara
Uma cara
Caro diamante
Cara DiAmante
Muito cara
Não é só uma cara
Bem mais rara
É amante
Bem mais que amante
Tem muito, caro diamante
Cara, muito cara, sua e rara
Rara jóia cara, DiAmante
De dia amante
Caro
Muito raro,
Muito, caro.
Meu caro,
É só amante
De hoje em diante
Ante nada era raro
Só amante
Agora é só cara
Não a cara, mas a rara jóia:
DiAmante.